
Ouço murmúrios no subconsciente
Palavras enigmáticas, sem entendimento algum
Que se calam repentinamente
O vácuo da escuridão me amedronta
Parece ser apenas meu quarto, ou não!
Estou à horizontal, algo me sustenta no ar
Uma brisa glacial me envolve
É tão intenso que me congela
Tento gritar, em vão
Minhas cordas vocais não emitem um som sequer
Nem mesmo uma nota desafinada
Pior, nem percebo o movimentos dos lábios
Os murmúrios retornam mais intensos
Porém, continuam indecifráveis
Sinto movimentar-me as pálpebras
Bem! Há tempos não sentia nada, além do frio,
Abro os olhos, Percebo um ponto de luz, tão distante,
Que vem crescendo lentamente
È realmente um quarto, não o meu
Uma cama, um corpo deitado, desbotado, quase sem vida
Parecidíssimo comigo, como pode ser?
Ampolas, seringas, bolsas de soro,
Bips alternados, barulhos constantes de sirenes, um inferno,
Der repente, convulsões, o corpo debatendo,
E eu ali, assistindo tudo aquilo
E pior, sentindo a dor daquele corpo
A dor da morte, da despedida, da partida
Sem ao menos saber pra onde!
Agora, ouço bip contínuo
O corpo atrofiado, defunto, literalmente
Sinto-me envolvido pela morte
Estou congelado, imóvel, coração ou pedra?
Acho que nenhum dos dois
Almas jamais adquirem essas regalias
Retorno ao vácuo da escuridão
Adormecido eternamente
Lá, onde as almas se encontram
À espera de uma nova vida
Se é que haverá uma nova vida
Um dia, quem sabe !!!
Palavras enigmáticas, sem entendimento algum
Que se calam repentinamente
O vácuo da escuridão me amedronta
Parece ser apenas meu quarto, ou não!
Estou à horizontal, algo me sustenta no ar
Uma brisa glacial me envolve
É tão intenso que me congela
Tento gritar, em vão
Minhas cordas vocais não emitem um som sequer
Nem mesmo uma nota desafinada
Pior, nem percebo o movimentos dos lábios
Os murmúrios retornam mais intensos
Porém, continuam indecifráveis
Sinto movimentar-me as pálpebras
Bem! Há tempos não sentia nada, além do frio,
Abro os olhos, Percebo um ponto de luz, tão distante,
Que vem crescendo lentamente
È realmente um quarto, não o meu
Uma cama, um corpo deitado, desbotado, quase sem vida
Parecidíssimo comigo, como pode ser?
Ampolas, seringas, bolsas de soro,
Bips alternados, barulhos constantes de sirenes, um inferno,
Der repente, convulsões, o corpo debatendo,
E eu ali, assistindo tudo aquilo
E pior, sentindo a dor daquele corpo
A dor da morte, da despedida, da partida
Sem ao menos saber pra onde!
Agora, ouço bip contínuo
O corpo atrofiado, defunto, literalmente
Sinto-me envolvido pela morte
Estou congelado, imóvel, coração ou pedra?
Acho que nenhum dos dois
Almas jamais adquirem essas regalias
Retorno ao vácuo da escuridão
Adormecido eternamente
Lá, onde as almas se encontram
À espera de uma nova vida
Se é que haverá uma nova vida
Um dia, quem sabe !!!
By WagnerJava





3 comentários:
Nusss...
Ao ler me senti nas ultimas...
MOrri por alguns segundos!!!
ta maneiro o Blog...
Linkarei sempre!!!
bjO
Kralho meu camaradaaaa
vou ter q te confessar q me arrepiei ao ler este texto...
abraço
tá show de bola seu blog
tu é bom kra!
porra cara mto foda... mau do seculo total!!!
agora q achei seu blog vou estar sempre por aki... abração
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